{ "ova_anoReferencia": 2025, "ova_a": "A Avenue tem por objeto a realização de operações e serviços de câmbio, expressamente autorizada pelo Banco Central do Brasil (BCB). O apetite a riscos é estabelecido por meio da RAS (Risk Appetite Statement) para cada um dos tipos de riscos averiguados. Os principais pilares são: Garantir os mais altos padrões éticos de conduta, assegurar o cumprimento das obrigações regulamentares vigentes, salvaguardar a resiliência financeira da Avenue, manter um ambiente de controle interno robusto e eficiente e preservar a imagem e reputação da Avenue. As diretrizes de Apetite a Risco são definidas pela Diretoria, consolidadas no documento da RAS, que deve ser aprovado nas comissões pertinentes. Nesse contexto, a Avenue monitora continuamente os principais riscos associados ao seu modelo de negócio. O Risco de Crédito sendo caracterizado pela possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pela contraparte de suas obrigações nos termos pactuados; desvalorização decorrentes da deterioração da qualidade creditícia da contraparte; reestruturação de instrumentos financeiros ou custos de recuperação de exposições caracterizadas como ativos problemáticos. A Avenue não efetua nenhuma operação de empréstimo a seus correspondentes ou clientes, não se enquadrando nas normas da Resolução CMN 4.966/21. A exposição da Avenue reflete as aplicações interfinanceiras de liquidez, títulos e valores mobiliários, relações interfinanceiras, ativo permanente e outros bens e direitos; O Risco de Mercado caracterizado pela possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas por uma instituição financeira, bem como de sua margem financeira, incluindo os riscos das operações sujeitas à variação cambial, das taxas de juros, dos preços de ações e dos preços de mercadorias (“commodities”). A exposição ao risco de mercado da Avenue está em posições em moedas estrangeiras. O Risco Operacional definido como a possibilidade da ocorrência de perdas resultantes de eventos externos ou de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas ou sistemas. O Risco de Serviços de Pagamento definido como o risco associado a serviços de pagamento, calculado conforme estabelecido na Resolução CMN nº 4.958.Finalmente, o Risco de Liquidez definido como a possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, incluindo as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas e a possibilidade de a instituição não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado. Seguindo as especificações, a Avenue monitora os riscos de liquidez respondendo ao Comitê de Risco.", "ova_b": "A estrutura de Gerenciamento Integrado de Riscos e Capital da Avenue, busca assegurar que exista um processo efetivo para a gestão de riscos em toda a instituição. Adota-se o modelo das três Linhas de Defesa, cuja composição é: Primeira linha: Representa as áreas de negócios e de suporte. São responsáveis pela identificação, avaliação, reporte e controle dos riscos inerentes nas atividades da Avenue; Segunda linha: Representa as áreas de controle. São responsáveis pelas definições da estratégia e estrutura de Gerenciamento de Riscos, análise e monitoramento dos limites operacionais de riscos e contraponto às funções da primeira linha; e Terceira linha: Auditoria Interna – Avaliação independente da estrutura de gerenciamento de riscos, governança e controles internos. O arcabouço de Gerenciamento de Riscos da Avenue está sob responsabilidade do CRO, que se reporta diretamente à Diretoria Executiva e detêm da independência necessária para cumprimento de suas funções. A área de Auditoria Interna opera de maneira independente e é responsável pela supervisão da estrutura de Gerenciamento de Riscos. O Comitê de Risco é responsável por certificar a conformidade de procedimentos com as normas, regulamentos e leis aplicáveis, assegurar que os parâmetros de controle de risco, incluindo políticas, controles, limites de exposição e outras formas de mitigação, sejam adequadas e efetivos na redução da exposição do risco a níveis aceitáveis e propor, com periodicidade mínima anual, recomendações a Diretoria sobre: As políticas, as estratégias e os limites de Gerenciamento de Riscos, que estabeleçam limites e procedimentos destinados a manter exposição aos riscos em conformidade com os níveis fixados na RAS; As políticas e as estratégias de Gerenciamento de Capital que estabeleçam procedimentos destinados a manter o PR, Nível 1 e o Capital Principal, em níveis compatíveis com os riscos incorridos; O Programa de Teste de Estresse; As políticas e estratégias para a gestão de continuidade dos negócios; O Plano de Contingência de Liquidez; O Plano de Capital; e O Plano de Contingência de Capital. Além disso, destacam-se as responsabilidades das seguintes instâncias: A Diretoria da Avenue deve ser representada no Comitê de Riscos, que é responsável por garantir uma estrutura adequada de gerenciamento de riscos, compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, esteja implementada. Ademais, é responsável pela aprovação dos documentos regulatórios, assegurar recursos adequados e suficientes para o exercício de Gerenciamento de Riscos, delegar decisões estratégicas de Risco e disseminar a cultura de riscos por toda a organização. O Chief Risk Officer (CRO) é responsável por assegurar a efetividade do Gerenciamento de Riscos e do Gerenciamento de Capital, exercendo as atribuições de CRO de maneira independente, e reportar diretamente e sem a presença dos membros da Diretoria, ao Comitê de Riscos e ao principal executivo da Avenue, além de disseminar os conceitos de risco relacionados à Avenue. Os Gestores são responsáveis pela gestão de risco em suas áreas de atuação, tendo que identificar, monitorar e avaliar os riscos relacionados à sua área. A Área de Gerenciamento de Riscos é responsável por laborar todos os documentos regulatórios no prazo, visando o efetivo cumprimento da Política de Riscos e dos processos definidos, incluindo a identificação, medição, avaliação, monitoramento e reporte dos Riscos, apurar e monitorar o Índice de Basileia, para que seja mantido dentro dos limites regulatórios e limites definidos pela RAS e divulgar relatórios gerenciais para auxílio na tomada de decisão, além de participar ativamente da disseminação da cultura de Riscos.", "ova_c": "A disseminação e o fortalecimento da cultura de riscos são promovidos ativamente na instituição por meio de um conjunto de políticas e normativos internos, que se encontram permanentemente disponíveis na Intranet corporativa, e são complementados por um programa estruturado de treinamentos sobre Riscos e Compliance", "ova_d": "O processo de mensuração de riscos na Avenue é metodologicamente adaptado à natureza de cada exposição. Para o Risco de Crédito, embora o cálculo siga a Resolução BCB 229, a abordagem é direcionada à análise de contrapartes, uma vez que a instituição não possui operações de crédito. O objetivo é assegurar a integridade na liquidação de operações e monitorar a exposição em bancos parceiros para garantir a adequação aos limites estabelecidos. No que tange ao Risco de Mercado, a mensuração consiste no monitoramento diário das exposições em moedas estrangeiras, notadamente Dólar e Euro. Finalmente, a gestão do Risco de Liquidez é realizada por meio de rotinas diárias e mensais, conforme a política específica, envolvendo procedimentos como o cálculo do colchão de liquidez, a projeção de fluxos de caixa em cenários de estresse, a verificação de exposições diárias de investimentos em outras instituições financeiras e a projeção de resultados e impactos de capital para um horizonte de três anos.", "ova_e": "A estrutura de governança de riscos é sustentada por um fluxo contínuo de informações, no qual relatórios diários e mensais sobre o gerenciamento dos riscos de mercado e liquidez são apresentados à Diretoria. Em paralelo, com periodicidade mensal, as informações regulatórias de riscos e capital são devidamente atualizadas e os reportes formais são elaborados para envio aos membros do Comitê de Riscos. Este ciclo de monitoramento culmina nas reuniões trimestrais do comitê, dedicadas à análise aprofundada do cenário de capital da instituição.", "ova_f": "Os cálculos efetuados para apuração dos resultados em estresse foram baseados em modelos e premissas já utilizados pela Avenue, estando alinhado com as estratégias e negócios desenvolvidos. No que concerne à Análise de Sensibilidade, essa metodologia utiliza algumas macroeconômicas para realizar o impacto. Para o caso da Avenue, efetuamos o choque nas variáveis de Receita, impactando no DRE e nas linhas de Capital da Instituição. As variáveis macroeconômicas utilizadas foram câmbio USD/BRL, PIB EUA, Juros EUA e Juros Brasil. A Avenue adota dois cenários no teste de estresse, o cenário I com um choque em câmbio (apreciação do real frente ao dolar em 0,7 centavos e redução do volume em 2%) e em floating (redução do volume em 2%, juros EUA subindo 3% e juros do Brasil caindo 5%) e o cenário II com um choque em câmbio (apreciação do real frente ao dólar em 1 real e redução do volume em 5%) e em floating (redução do volume em 5%, juros EUA subindo 6% e juros do Brasil caindo 10%). Os resultados são importantes drivers para o processo de gerenciamento e de governança de riscos e capital na Avenue sendo utilizado para subsidiar decisões estratégias da Avenue, tanto na avaliação dos níveis de Capital, quanto na elaboração dos respectivos planos de contingência, proposição de revisões das RAS e das políticas e estratégias dos limites estabelecidos para fins do Gerenciamento Integrado de Riscos e Capital. Desse modo, o programa é o conjunto de processos e rotinas de elaboração e aprovação de cenários, cálculo, validação, reporte e utilização dos resultados obtidos para a tomada de decisões pela alta administração. No entanto, não deve ser visto somente como uma metodologia de cálculos de indicadores de capital e liquidez em cenários estressados, mas primordialmente como uma ferramenta que verifica a resiliência do sistema financeiro como um todo e de cada instituição financeira individualmente.", "ova_g": "A Avenue emprega um conjunto de controles específicos para a mitigação dos riscos inerentes às suas atividades. Para o risco de mercado, é realizado um dimensionamento estratégico do estoque de moedas estrangeiras, evitando que a exposição comprometa o Índice de Basileia, e a instituição mantém um nível de receitas superior aos seus compromissos em moeda estrangeira, de modo a absorver eventuais flutuações cambiais. No âmbito do risco de liquidez, a mitigação envolve o dimensionamento de ativos líquidos de alta qualidade para honrar obrigações em cenários de estresse, sendo o nível de crise definido com base na projeção de solvência do fluxo de caixa para um horizonte de 90 dias. O risco operacional, por sua vez, é endereçado por meio de um robusto programa de testes e práticas de controles internos que asseguram a condução adequada dos negócios. Já para o risco de capital, é realizado o monitoramento contínuo das exigências de capital e da evolução do Patrimônio de Referência (PR), visando uma gestão prudente e a prevenção de crises. Todas essas exposições e seus respectivos controles são acompanhados rigorosamente através de relatórios gerenciais diários e dos reportes regulatórios periódicos.", "ova_h": "A Avenue busca o contínuo fortalecimento de sua estrutura patrimonial e operacional, mantendo uma base de capital suficiente para apoiar o desenvolvimento das atividades e fazer frente aos riscos incorridos, tanto em cenário base quanto em cenários de estresse. Em conformidade com as diretrizes do Conselho Monetário Nacional, que estabelecem a relação entre o Patrimônio de Referência (PR) e os Ativos Ponderados pelo Risco (RWA) para formar o Índice de Basileia (IB), a Avenue adota uma política interna mais restritiva que a regulatória. Enquanto a exigência mínima é de 10,5%, a instituição estabeleceu um piso interno de 11,5% para o seu IB. A área de Gerenciamento de Riscos é responsável pelo cálculo e reporte mensal desses indicadores ao Banco Central, por meio do Demonstrativo de Limites Operacionais (DLO), e pela elaboração de projeções gerenciais. O monitoramento contínuo da evolução do capital e dos riscos visa mitigar a possibilidade de uma crise, definida como a perspectiva de o IB ficar abaixo do piso interno de 11,5% em um horizonte de 12 meses. Esse rigoroso acompanhamento, realizado por meio do DLO e de relatórios gerenciais internos, assegura uma gestão prudente e eficiente do capital da instituição.", "ova_outros": "" }